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Cara Delevigne diz à Revista Vogue que a comunidade LGBTQIA+ deu sentido À sua vida

A atriz e ativista LGBTQIA+ deu entrevista à Revista Vogue sobre como a descoberta da comunidade deu sentido à sua vida e do trabalho em prol de temas urgentes



Usar sua imagem como ferramenta para a discussão de temas importantes para o mundo, como as mudanças climáticas. A multiartista Cara Delevigne falou à Revista Vogue sobre seu trabalho para a conscientização da população e os bastidores de sua campanha para a nova coleção de roupas da PUMA para o Mês do Orgulho LGBT. Segundo a modelo, ela cresceu sentindo que não se encaixava no mundo que conhecia e, ao descobrir a comunidade LGBTQIA+ descobriu um sentido para a sua vida.


'O ódio é a maior doença que temos no mundo, especialmente quando se trata de homofobia e transfobia. São atitudes terríveis que só nos separam e alienam as pessoas e impactam na saúde mental. O suicídio, muitas vezes, é fruto disso. É horrível, especialmente para crianças LGBTQIA+ que têm pais assim. É algo que destrói famílias, culturas e relacionamentos. É muito importante para mim que eu me manifeste contra qualquer tipo de ódio, mas principalmente em relação a esse tipo', contou a modelo britânica em entrevista exclusiva à Vogue.


Embaixadora da marca de roupas esportivas PUMA, a modelo reafirmou a proposta da empresa, que lançou uma linha de produtos com as cores do arco-íris, chamada 'Forever Free'. Segundo Cara Delevigne, a coleção é para estimular o amor, a comunidade e a união e ressaltou que a proposta da marca não é excluir ninguém, mas estar aberta a que todos possam usar produtos confortáveis e lindos.


O drop faz parte do movimento global #SheMovesUs, plataforma de comunicação da etiqueta alemã que conecta mulheres por meio do esporte e da cultura. 20% das vendas da coleção serão revertidas para a Cara Delevingne Foundation, que apoia instituições LGBTQIA+ ao redor do mundo.


'É para isso que essa fundação existe e todo trabalho que eu faço é bem transformador, especialmente porque eu cresci sentindo que eu não me encaixava em nenhum lugar e a comunidade LGBTQIA+ me salvou muitas vezes', explicou a artista, que se identifica como pansexual.


Leia a entrevista completa aqui.

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