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  • Foto do escritorPimenta Rosa

Seminário ‘Cinco Anos de Luta por Marielle e Anderson’ acontece na UERJ

No evento serão discutidas perspectivas críticas latino-americanas, bem como a luta por justiça em casos de crimes contra a vida de defensores e defensoras dos Direitos Humanos na América Latina, com foco especial nas mulheres negras.



Para marcar os 2.000 dias desde o trágico assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ) e seu motorista Anderson Gomes, nos dias 20, 21 e 22 de setembro de 2023, será realizado o Seminário Internacional intitulado ‘Cinco Anos de Luta por Marielle e Anderson’. O evento ocorre na Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, localizada no bairro Maracanã, Rio de Janeiro, com o propósito de proporcionar um espaço para o compartilhamento de ideias, experiências e profundas reflexões sobre os temas relacionados ao caso de Marielle e Anderson.


A organização do seminário está a cargo do Comitê Justiça para Marielle e Anderson, uma coalizão liderada pelo Instituto Marielle Franco em colaboração com Monica Benício, Agatha Reis, Anistia Internacional Brasil, Terra de Direitos e Justiça Global.


Na noite de 14 de março de 2008, Marielle e seu motorista Anderson Gomes foram tragicamente assassinados em uma esquina do bairro do Estácio, no Rio de Janeiro. Isso ocorreu logo após eles saírem da Casa das Pretas, localizada na Rua dos Inválidos, na Lapa, onde haviam participado de um debate. Marielle foi atingida por quatro tiros na cabeça, enquanto Anderson levou ao menos três tiros nas costas. A única sobrevivente do atentado foi uma assessora que estava sentada ao lado de Marielle.


O seminário contará com a presença de juristas, organizações da sociedade civil, defensores dos direitos humanos e outros participantes do sistema de justiça. Serão discutidas perspectivas críticas latino-americanas, bem como a luta por justiça em casos de crimes contra a vida de defensores e defensoras dos Direitos Humanos na América Latina, com foco especial nas mulheres negras.


Lígia Batista, diretora executiva do Instituto Marielle Franco, explica: ‘Persistimos na busca pela verdade e reparação. A luta por Marielle e Anderson se conecta com a luta de várias outras famílias e movimentos sociais da América Latina que continuam a desafiar as estruturas da sociedade em busca de um mundo mais justo e igualitário’.


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