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Conserva de Família: não vence, não estraga e ainda vem com selo de Amor & Constituição
Toni Reis* Eu sempre desconfiei que minha vida daria uma boa conserva. Primeiro, porque eu adoro conserva. Minha falecida mãe fazia conserva de pêssego. E domingo, lá vinha ela, solene, abrindo aquele vidro como quem abria um sacramento. Era doce, era sagrado e era disputado. Talvez ali eu tenha aprendido que as melhores coisas da vida são aquelas que o tempo preserva. Mas confesso: jamais imaginei que um dia a minha própria família viraria… uma latinha. Sim, assisti a

Toni Reis
há 9 horas2 min de leitura
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