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Bárbara Paz, em entrevista, reafirma ser Não Binária e diz estar livre para amar

Embora reconheça que sempre foi uma mulher masculina em sua expressão, a atriz diz que até hoje só namorou homens, mas está livre para ser feliz, disse ao Jornal EXTRA



A aplaudida atriz e roteirista Bárbara Paz, em entrevista ao jornal EXTRA, do Rio de Janeiro, reafirmou ser Não Binária e disse estar livre para amar. Finalista do Prêmio Platino de Cinema Ibero-americano, com o documentário sobre o ex-marido, o cineasta argentino Hector Babenco, ela disse que nunca seguiu padrões heteronormativos e sempre se sentiu parte da comunidade LGBTQIA+.


Ao ser perguntada sobre as declarações feitas em maio, Bárbara foi direta. Ela emendou que se apaixona por pessoas, independente do gênero, e que está livre e ansiosa para encontrar um novo amor e voar.


'Não foi uma revelação e, sim, uma constatação. Sempre fui uma mulher masculina na minha expressão, na maneira como me mostro à sociedade, uma mistura de gêneros. Também sempre me senti parte da comunidade LGBTQIAP+ e nunca segui padrões heteronormativos. Conversando com um amigo sobre isso, descobri a palavra não binário, e disse: Acho que me encaixo aí', explicou.


Numa ode e catarse de seu amor pelo cineasta Hector Babenco, a atriz e roteirista produziu o documentário Babenco – Alguém Tem que ouvir o coração e dizer: Parou, que está entre os finalistas do Prêmio Platino de Cinema Ibero-americano, tem grandes chances de receber o troféu no dia 03 de Outubro, em Madrid. Bárbara Paz concorre com Paula Palácios, com Cartas Mojadas; Maite Alberdi, com El agente topo; e Luiz López Carrasco, com El ano del descubrimiento.

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