top of page

Bia Ferreira se apresenta no Festival CoMA e fortalece diálogo entre música, política e afeto

  • Foto do escritor: Pimenta Rosa
    Pimenta Rosa
  • 18 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Artista faz show em Brasília nesta quarta-feira (20) e participa de roda de conversa ao lado de Angelique Kidjo e Ellen Oléria antes de retomar turnê internacional


Foto divulgação - Frederico Conceptual
Foto divulgação - Frederico Conceptual

Reconhecida como uma das vozes mais potentes da música brasileira contemporânea, Bia Ferreira desembarca em Brasília para participar do Festival CoMA 2025, nesta quarta-feira (20), no Espaço Cultural Renato Russo. Além do show marcado para 20h30, a artista também integra a roda de conversa “Tudo que Carrego, Eu Canto – a música como herança, coragem e transformação”, às 18h30, ao lado de Angelique Kidjo e Ellen Oléria.


“Num país onde é sempre mais difícil falar as coisas que eu falo, encontrar um festival como o CoMA, disposto a abrir o seu palco para que eu faça a minha arte, é de um amor sem tamanho”, afirma Bia. Para ela, o encontro em Brasília simboliza uma abertura gradual de novos espaços de escuta para artistas que aliam música e ativismo.

Após a participação no CoMA, a cantora retoma a turnê que percorre Estados Unidos e Europa até outubro, consolidando sua trajetória como referência global na intersecção entre arte, política e afeto. Em 2025, Bia já passou por palcos de três continentes, incluindo festivais como o Big Ears (EUA), FMM Sines (Portugal) e o Amsterdam Roots Festival (Holanda), além de apresentações em espaços de prestígio como o Kennedy Center (Washington) e a Stanford University (Califórnia).


Nos últimos anos, a artista se firmou como uma das brasileiras independentes mais atuantes no exterior: foram mais de 100 apresentações entre 2023 e 2024, em 16 países da Europa, Américas e África. Seus shows se tornaram espaços de denúncia e cura coletiva, abordando temas como necropolítica, racismo, feminismo negro, direitos LGBTQPIA+ e cotas raciais, sempre sob a perspectiva do afeto como tecnologia de sobrevivência.


Com dois álbuns lançados — Igreja Lesbiteriana, Um Chamado (2019) e Faminta (2022) — e uma trajetória marcada por engajamento e potência artística, Bia Ferreira retorna ao Brasil com a mesma força que vem conquistando plateias ao redor do mundo.

 
 
 

Comentários


White on Transparent.png

Inscreva-se no site para receber as notícias tão logo sejam publicadas e enviar sugestões de pauta

  • Facebook
  • Instagram
  • Twitter
  • YouTube

Obrigado por inscrever-se!

@2022 By Jornal Pimenta Rosa

bottom of page