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Conheça as previsões astrológica do amor para 2024

  • Foto do escritor: Pimenta Rosa
    Pimenta Rosa
  • 12 de jan. de 2024
  • 2 min de leitura

De acordo com as previsões da Gleeden, 2024 marca uma transição para uma concepção mais ampla e diversificada de relações íntimas. A evolução da monogamia é um fato, e este ano pode ser um capítulo crucial nesta jornada de transformação.



O ano de 2024 promete ser um capítulo intrigante na esfera sexual e amorosa, com a Gleeden - a principal plataforma mundial de encontros extraconjugais e relações não monogâmicas - explorando as previsões e experiências astrológicas de seus usuários na América Latina. A curiosidade sobre o que o destino reserva leva as pessoas a buscar respostas até nas estrelas. Será um ano de amor, aventura ou ambos?


Capricornianos e Taurinos: Desafiando Limites do Compromisso

Apesar da estabilidade associada aos signos de terra, capricornianos e taurinos estão destinados a experimentar conexões mais profundas e desafiar os limites do compromisso convencional. Taurinos, em particular, embarcarão em uma jornada rumo a novas formas de prazer, repensando os vínculos tradicionais nas relações estáveis.


Surpresas nos Astros: Gêmeos e Leão em Ano de Encontros Apaixonados

Contrariando as expectativas, escorpião e sagitário apresentam uma tendência menos aventureira. Gêmeos e leão, por outro lado, poderão mergulhar em um ano de encontros apaixonados, enquanto virgem e libra enfrentarão um período mais calmo se não alterarem sua dinâmica.


Monogamia em Questão: O Futuro das Relações Amorosas

Com as relações interpessoais evoluindo rapidamente, a Gleeden questiona o futuro da monogamia. Os resultados de uma pesquisa com 8.523 usuários na América Latina sugerem uma mudança na trama das relações amorosas. Embora 77% afirmem que não abandonariam o parceiro por um amante, surpreendentes 86% considerariam iniciar um relacionamento extraconjugal em 2024, e 14% aceitariam ter vários amantes simultaneamente.


'Assumir ou se identificar com uma relação não monogâmica não é fácil. Temos muitos tabus para desconstruir, inclusive sobre práticas sexuais não monogâmicas - e não necessariamente sobre relações afetivas', afirma Luciane Cabral, sexóloga do Gleeden no Brasil. A pesquisa destaca a necessidade de mais diálogo sobre relacionamentos não monogâmicos na cultura atual.


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