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Janeiro abre o Carnaval de Rua do Rio com dezenas de blocos espalhados por toda a cidade

  • Foto do escritor: Pimenta Rosa
    Pimenta Rosa
  • 2 de jan.
  • 2 min de leitura

Centro, Zona Norte, Zona Sul, Tijuca, Ilha e Zona Oeste concentram desfiles que antecipam a folia e reafirmam o carnaval como expressão cultural, comunitária e democrática


Foto divulgaçao Riotur
Foto divulgaçao Riotur

O Carnaval de Rua do Rio começa a tomar forma já em janeiro de 2026, com uma programação intensa que ocupa diferentes territórios da cidade e mobiliza blocos tradicionais, infantis, culturais e comunitários. Ao longo de quatro fins de semana — entre os dias 17 e 31 — dezenas de agremiações levam música, fantasia e encontro popular a ruas, praças e avenidas, antecipando o clima da maior festa popular do país.


No sábado, 17 de janeiro, a folia começa cedo no Centro, com o Carrossel de Emoções e a Liga de Blocos e Bandas da Zona Portuária, ambos a partir das 7h, reforçando a vocação histórica da região como berço do carnaval carioca. Ainda pela manhã, a Fina Batucada ocupa a Rua Ramalho Ortigão. A programação do dia se espalha por outras regiões, com destaque para blocos infantis na Zona Sul, como a Sorvetada Gigantes da Lira, além de desfiles na Grande Tijuca, Zona Norte e Zona Oeste, evidenciando a diversidade territorial da festa.


No domingo, 18 de janeiro, o tradicional Chá da Alice anima o entorno do CCBB, no Centro, enquanto bairros da Zona Sul e da Zona Norte recebem blocos como Bloco Olê, Unidos de Santa Bárbara e Xodó da Piedade, reforçando o caráter familiar e de pertencimento comunitário que marca o carnaval de rua.


O fim de semana seguinte, 24 e 25 de janeiro, amplia ainda mais a ocupação carnavalesca. No sábado, blocos como o Independente do Morro do Pinto, no Santo Cristo, e o Chame Gente, em São Conrado, dividem espaço com desfiles em Ipanema, Tijuca, Ilha do Governador, Zona Norte e Pedra de Guaratiba. No domingo, a programação inclui desde blocos infantis, como Caminhadinha e Mini Seres do Mar, até cortejos tradicionais e culturais no Centro, Grande Tijuca, Ilha e Zona Norte, reafirmando o carnaval como espaço intergeracional.


O ápice de janeiro acontece no sábado, 31 de janeiro, quando a cidade é tomada por uma verdadeira maratona de blocos. O Centro concentra parte significativa dos desfiles, com nomes como Bloco da Gold, Desliga da Justiça, Lambabloco, Tecnomacumba e Mistura de Santa, ocupando áreas históricas como Praça Tiradentes, Saúde e Santa Teresa. Ao mesmo tempo, Zona Sul, Grande Tijuca, Jacarepaguá, Zona Norte e Zona Oeste recebem dezenas de agremiações, entre elas Spanta Neném, Cordão da Tia Juca, Acadêmicos do Engenho de Dentro e Tá Chegando a Hora.



 
 
 

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