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Violência nas escolas: adolescente trans é espancada em Curitiba e vídeo choca o país

  • Foto do escritor: Pimenta Rosa
    Pimenta Rosa
  • 15 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

Imagens da agressão circulam nas redes e escancaram o impacto devastador do discurso de ódio na formação dos jovens. Toni Reis cobra responsabilização de autoridades e reforça: “Pessoas não nascem odiando, elas aprendem a odiar”.



Uma adolescente trans de 15 anos foi brutalmente agredida por colegas de escola em Curitiba (PR), num episódio que evidencia os efeitos mais cruéis do preconceito e da intolerância. As imagens da violência, amplamente compartilhadas nas redes sociais, causaram indignação e revolta. Para Toni Reis, diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI+, o caso é reflexo direto do ambiente social contaminado por discursos de ódio, muitos deles propagados por figuras públicas com grande influência sobre a juventude.


“É profundamente triste e preocupante ver uma adolescente trans sendo espancada por colegas de escola. O vídeo dessa violência nos faz refletir sobre o que estamos permitindo que aconteça na nossa sociedade”, declarou Toni em suas redes.

Segundo ele, não se trata de um ato isolado, mas do resultado de uma cultura que, cada vez mais, legitima a intolerância. “Pessoas não nascem odiando, elas aprendem a odiar. E esses discursos ensinam aos adolescentes que a diversidade é algo errado, algo a ser combatido.”


O vídeo – que preferimos não exibir por respeito à vítima – mostra a jovem sendo agredida com socos e pontapés enquanto outros alunos assistem sem intervir. A cena é brutal e escancara uma pergunta urgente: que futuro essa adolescente terá dentro de um ambiente escolar que falha em protegê-la?


Toni Reis questiona: “Ela poderá continuar estudando em um ambiente protegido e acolhedor? Ou será que esses episódios representam a ruptura de uma convivência democrática que deveríamos preservar e estimular?”


A Aliança Nacional LGBTI+ pede investigação rigorosa, apoio psicológico à vítima e responsabilização não apenas dos agressores, mas também das autoridades omissas e de todos que, com discursos extremistas, pavimentam o caminho da violência.


“Devemos enfrentar o discurso de ódio com firmeza e amor. É urgente que façamos das escolas lugares seguros, de acolhimento e respeito. Que este ato de violência não fique impune”, finalizou Toni.

 
 
 

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@2022 By Jornal Pimenta Rosa

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