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  • Foto do escritorPimenta Rosa

Boca artificial para relacionamentos à distância? Especialista explica

O objeto foi equipado com sensores que ajudam a tornar o beijo mais realista



Na China, engenheiros do Instituto Vocacional de Tecnologia Mecatrônica de Changzhou criaram, com o intuito de ajudar quem tem um relacionamento à distância, uma boca artificial que permite beijar a pessoa amada de qualquer lugar do mundo. Segundo os investidores, o dispositivo foi idealizado com sensores que ajudam a tornar o beijo mais real, onde os lábios se movimentam e emitem calor e sons.

'Relacionamentos à distância requerem muita maturidade e disposição. Os acordos também existem, embora sejam diferentes. É preciso entender que essa modalidade de relacionamento não quer dizer, necessariamente, que deva ser um relacionamento aberto. Quando objetos como esse são criados, esses relacionamentos tendem a dar mais certo, não que eles substituam as pessoas em si, mas porque criam leveza e diversão, até por conta de ser um objeto sexual que, de forma diferente, aproxima a pessoa amada mesmo com a distância', disse Henri Fesa, especialista em relacionamentos e espiritualista da Casa das Magias.

Os idealizadores ressaltaram que o objeto foi criado para relacionamentos monogâmicos, ou seja, que não são abertos, pois é possível gravar o beijo e subir o registro em um aplicativo que é conectado à boca, e não usar para distribuir beijos a qualquer pessoa. Os lábios da boca falsa recriam os movimentos do seu beijo e podem emitir os ruídos capturados durante o processo de gravação. O aparelho já está sendo vendido em uma loja online da China por 550 yuan (cerca de R$ 410 na conversão atual).

'Os objetos sempre serão bem-vindos às relações, pois permitem quebrar a monotonia e melhorar a comunicação. Tudo é válido quando o intuito é melhorar a relação, desde que seja algo querido pelas partes. Há casais que buscam essa melhoria através da espiritualidade, outros com viagens, presentes, surpresas. É indicado que casais passem por novas experiências e consigam, através dessas novidades, se conectarem ainda mais', continua Fesa.


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