Ano de Recomeço - Método e advertência
- Pimenta Rosa
- há 2 dias
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Diretrizes simbólicas sobre economia, saúde, educação, segurança, diversidade e política, no Brasil de 2026.

*Graça Duarte
O tarot e a numeróloga, apresentam a seguir uma leitura simbólica e interpretativa para os meses de 2026 no Brasil. Foi utilizada a redução numerológica do ano universal de 2026 (2+0+2+6 = 10 → 1+0 = 1), que indica um ano com vibração de início, iniciativa e liderança coletiva; para cada mês foi feita uma soma do número do mês à vibração universal, que foi conduzida, quando necessário, associando o resultado a arcanos maiores do tarot que servem como imagens de arquétipo para a leitura. Sabendo que previsões esotéricas são orientativas e simbólicas, não determinísticas, tratam de tendências e sensibilidades coletivas, não de certezas. Mantendo respeito às diversidades de gênero, raça, etnia, credo, orientação sexual, pessoas com deficiência e demais identidades. Aqui encontrarão uma visão plural e inclusiva das energias previstas.
A vibração do ano traz um chamado ao novo, inaugurações, tomadas de responsabilidade e oportunidade para iniciativas pioneiras. Haverá alternância entre momentos de construção institucional e fases de sensibilidade social. Convém coragem aliada à prudência. O país é instado a decidir caminhos que favoreçam coesão, justiça e sustentabilidade. Em todos os campos, nota-se uma pulsação por maior protagonismo coletivo e por lideranças que combinem competência com empatia.
Eleição para presidente do Brasil (contexto sensitivo)
O pleito de 2026 será catalisador de emoções e poderá acentuar polarizações, ao mesmo tempo em que abre janelas para renovação política, a energia do ano favorece lideranças que apresentem propostas de recomeço concreto e capacidade de diálogo. A sociedade tenderá a exigir clareza, responsabilidade e compromisso com o bem comum. Será imprescindível votar com informação e consciência, preservar a legalidade e o respeito às diferenças, fomentar a participação cidadã que vá além do voto, construção de pontes e vigilância democrática.
Janeiro - Vibração 2 (A Sacerdotisa): cooperação e sensibilidade
Tendência a negociações mais colaborativas, movimento por pactos setoriais e busca de consensos, embora com cautela diante de desafios fiscais. Ênfase em políticas de atenção primária e campanhas preventivas; sensibilização para saúde mental cresce. Diálogos sobre metodologias e inclusão; investimentos pontuais em formação de educadores. Ações de integração entre comunidades e forças locais; enfoque preventivo em segurança pública. Mês propício ao fortalecimento de espaços de escuta e promoção de direitos; valorização de práticas espirituais que promovam acolhimento. Clima de maior empatia e necessidade de diálogo. Atenção à escuta ativa. No trabalho, oportunidades que exigem cooperação e trabalho em equipe, crescimento discreto para quem atua em áreas sociais e de comunicação.
Fevereiro - Vibração 3 (A Imperatriz): criatividade e expansão
Estímulo ao consumo cultural e ao setor de serviços; crescimento modesto em certas regiões; movimento empreendedor favorecido. Avanços em programas de atenção comunitária e projetos de incentivo à promoção da saúde. Ênfase em iniciativas criativas e currículos que valorizem linguagens artísticas e debates sobre inclusão digital. Surgem iniciativas locais de prevenção que combinam cultura e cidadania. Celebrações culturais e reconhecimento de expressões diversas; fortalecimento de redes de apoio a minorias. Energia favorável a encontros, reconciliações e iniciativas comunitárias. Bom momento para quem trabalha com criatividade, comunicação e economia criativa e expansão de micro e pequenos negócios.
Março - Vibração 4 (O Imperador): estrutura e disciplina
Foco em medidas de estabilidade e regulação, tendência à institucionalização de políticas econômicas. Reforço de protocolos e de estruturas hospitalares, a gestão torna-se palavra-chave. Regulação e organização administrativa, discussões sobre financiamento institucional. Medidas de ordem pública mais centralizadas. Políticas com base em planejamento e hierarquia. Debates institucionais sobre políticas afirmativas; importância de garantir direitos através de estrutura legal. Necessidade de limites claros, relações beneficiam-se de acordos formais. Boa fase para consolidar processos, estruturar negócios e buscar estabilidade.
Abril - Vibração 5 (O Hierofante): transformação pelas convenções
Aumento da dinâmica comercial e de movimentações políticas, possibilidade de reformas pontuais ou revisões regulatórias. Debates sobre protocolos e normas, espaço para inovação em modelos de gestão, embora com resistência de estruturas tradicionais. Maior discussão sobre currículos e valores, tensão entre inovação e tradição. Reformas de políticas públicas podem ser propostas e a atenção a debates legislativos. Diálogo mais intenso entre tradições religiosas e direitos civis, reforço de princípios e de códigos éticos. Ajustes nas relações institucionais e comunitárias, a convivência entre tradição e novidade. Bom período para quem busca diversificar experiências ou requalificar-se. Momento que surgem propostas formais e alianças que buscam legitimação por meio de programas e discursos mais tradicionais.
Maio - Vibração 6 (Os Amantes): escolhas e conexões
Mercado sensível a acordos e parcerias, investimento em projetos cooperativos. Foco em bem-estar coletivo e atenção psicossocial, iniciativas de saúde integrativa ganham destaque. Projetos colaborativos entre escolas, famílias e comunidades, a expansão de práticas pedagógicas afetivas. Estratégias comunitárias e mediação de conflitos apresentam sinais de eficácia na segurança pública. Mês propício a celebração da diversidade e iniciativas de inclusão, o fortalecimento de redes de apoio a grupos vulneráveis e atenção nas escolhas conscientes. Períodos de reconciliação e de formação de alianças afetivas e profissionais. Boas oportunidades para parcerias, posições que exigem diplomacia e sensibilidade tendem a prosperar. Destaque para campanhas que procuram ampliar apoios sociais e construir pontes com tema de representação e inclusão.
Junho - Vibração 7 (O Carro): movimento e discriminação de rumo
Acelerações em setores estratégicos, possível volatilidade que exige tomada de decisões firmes. Avanços tecnológicos e logísticos, atenção a decisões que impactem o acesso a serviços de saúde. Iniciativas de mobilidade acadêmica e de inovação em ensino à distância. Ações mais enérgicas de combate ao crime em determinadas regiões, a necessidade de equilíbrio entre eficácia e direitos.
Práticas que incentivam disciplina espiritual e mobilização por causas. Momento de impulsos e decisões, viagens ou mudanças afetivas podem ocorrer. Favorece quem tem iniciativa e resiliência. Oportunidades para lideranças em projetos dinâmicos. Ritmo de campanha acelera, começam com maior intensidade compromissos públicos e deslocamentos de lideranças.
Julho - Vibração 8 (Força): resiliência e liderança
Setores produtivos e de exportação podem mostrar solidez. Investimento em estruturas de suporte e em políticas para populações em situação de vulnerabilidade. Na educação, atenção em resultados, avaliação de impacto e responsabilidade administrativa. Importância em políticas eficazes com foco em resultados mensuráveis. Debates sobre direitos e medidas enérgicas. Movimentos por justiça social ganham força; liderança por causas identitárias mais visíveis. Força emocional e necessidade de constância nas relações, possibilidade de superar crises por meio de coragem e persistência. Período propício para ascensão de carreira para quem demonstra capacidade e responsabilidade, negociações importantes ocorrem. Protagonismo de candidaturas que se apresentam como capazes de liderar com firmeza, ênfase em propostas de gestão e resultados.
Agosto - Vibração 9 (O Eremita): reflexão e conclusão de ciclos
Preparação para novas fases. Avaliação de programas e consolidação de aprendizados após intervenções recentes. Momento de reflexão sobre políticas anteriores, preparação de reformas ou ajustes para os meses finais. Na segurança, atenção a avaliações de políticas adotadas, planejamento para transições. Clamor por justiça e por políticas inclusivas, ativismo reflexivo e organizado. Convite à introspecção, revisão de vínculos e fechamento de capítulos. Bom período para planejar passos futuros, realizar cursos e refletir sobre propósito. Clima de reflexão entre eleitores, possível definição de preferências ou reavaliação de candidatos antes da reta final.
Setembro - Vibração 1 (O Mago): recomeço e iniciativa (preparação final)
Ambiente favorável a iniciativas e inovação, medidas que buscam dinamizar a economia podem emergir. Lançamento de programas pilotos e iniciativas experimentais, foco em soluções ágeis. Estímulo à inovação pedagógica e a programas de capacitação, ações pontuais de iniciativa e projetos de modernização de estruturas. Energia experimental e empreendedora em projetos comunitários, destaque para iniciativas que propõem soluções práticas. Retomada de projetos pessoais e coletivos, atmosfera de criação. Favorável para quem toma iniciativa, início de projetos que podem consolidar-se nos meses seguintes. Momento de comunicação assertiva, candidatos intensificam mensagens e marcam presença pública de forma mais criativa e propositiva.
Outubro - Vibração 2 (A Sacerdotisa): cooperação - mês eleitoral decisivo
Cautela no mercado por conta do pleito, decisões econômicas de curto prazo tendem a ser adiadas por agentes privados e públicos. Manutenção dos serviços e preparação logística para a demanda eleitoral, possível foco em campanhas de informação sobre saúde pública. Escolas e universidades envolvidas nas discussões cívicas, atenção ao calendário e a participação democrática. Grande foco em garantias de ordem pública e segurança eleitoral, mobilização de forças de segurança sob supervisão institucional, chamadas por pluralidade e respeito na disputa. Grupos por direitos civis intensificam a mobilização pacífica. Polarizações podem se intensificar, exigindo empatia e diálogo para mitigar rupturas sociais. Alguns setores tendem a aguardar definições políticas. Profissionais de comunicação, logística e segurança encontram maior demanda.
Mês de votação a tendência a enfatizar, simbolicamente, temas de diálogo, representatividade e ênfase em processos institucionais.
A leitura esotérica indica um momento de grande sensibilidade pública, decisões tomadas neste mês terão impacto emocional e simbólico profundo. Recomenda-se cautela, respeito às leis e à diversidade de opiniões, além de participação consciente e informada.
Novembro — Vibração 3 (A Imperatriz): recomposição e cuidados sociais
Reações de mercado ao resultado das eleições, possibilidade de estímulos setoriais conforme a direção dos novos planos governamentais. Necessidade de atenção a políticas de transição, foco na retomada e continuidade de programas essenciais. Reestruturações menores e a busca por estabilidade nas diretrizes educacionais. Ajustes nas estratégias conforme orientações das novas gestões, foco em integração com comunidades. Momento de acolhimento e reconstrução de diálogos, preocupação com inclusão no pós-pleito. Necessidade de trabalho restaurativo entre grupos que se sentiram polarizados, momento de cura social. Oportunidades de projetos que acompanham as novas diretrizes, atenção a editais e políticas públicas que surjam.
Dezembro — Vibração 4 (O Imperador): consolidação e ordenamento.
Tendência à organização de políticas orçamentárias e estabelecimento de metas; preparação do próximo ano fiscal, consolidação de protocolos e planejamento para o ano seguinte. Planejamento curricular e orçamentário, definição de prioridades para o início do ano letivo seguinte. Institucionalização de medidas e estabelecimento de comandos administrativos. Políticas institucionais de proteção e promoção de direitos, balanço do que foi conquistado e do que permanece pendente. Clima de formalização de acordos e definição de limites para relações públicas e privadas. Momento de estruturar planos de longo prazo e consolidar projetos iniciados ao longo do ano.
O ano de 2026, por sua vibração numerológica 1, indica um ciclo de recomeços e lideranças, tanto pessoais quanto coletivas. A leitura das cartas sugere que o país alterna entre momentos de construção institucional e criatividade social. O pleito presidencial de outubro assume papel simbólico central, funcionando como catalisador de energias de renovação e polarização simultaneamente. A leitura crítica das informações se faz necessária, participação cidadã responsável e respeito irrestrito aos direitos humanos e às diversidades.
2026 surge como convite - para recomeços conscientes, para lideranças que escutem, e para uma sociedade que queira transformar tensões em aprendizado coletivo. Há trabalho pela frente, mas também força e criatividade disponíveis. Que o país encontre caminhos de justiça, cuidado e renovação, e que cada cidadão e cidadã possa contribuir, com responsabilidade e empatia, para um futuro mais humano e plural.
*Graça Duarte – Terapeuta e Taróloga
Informações: @mentesaudavelterapias - 21 97183-8727
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